Previna-se: A importância de esterilizar mamadeiras e chupetas do seu bebê

Quem é pai ou mãe de uma criança pequena sabe a importância que é zelar pelas saúde dos pequenos para evitar que eles fiquem doentes. Afinal, nessa fase de crescimento, o sistema imunológico ainda está em formação e, por isso, mais suscetível a doenças e infecções. Assim, evitar que a criança entre em contato com germes e bactérias parece essencial para evitar que nossos filhos acabem contraindo alguma coisa mais séria.

Sendo assim, muitos pais julgam importantíssimo esterilizar objetos que entrem em contato direto com a boca do bebê, como é o caso de chupetas e mamadeiras. É que mesmo que o leite materno seja o alimento mais indicado nos primeiros meses do bebê, muitos deles não conseguem se alimentar apenas com o leite materno e os pais acabam tendo que optar pela mamadeira, seja para uma complementação nutricional, ou seja porque a mãe não consegue alimentar a criança no peito por diversas razões.

E na hora de dar a mamadeira ou a chupeta para as crianças, vem aquela dúvida: é mesmo necessário esterelizar esses objetos toda vez que eles forem entrar em contato com a criança? Quais são os métodos mais confiáveis para esterelizar chupetas e mamadeiras? A compra de um esterelizador é mesmo necessária? São essas questões que tentaremos esclarecer nesse texto.

A importância de esterilizar:

Como já dissemos, o sistema imunológico de uma criança pequena não está totalmente formado e, por isso, os pequenos ficam muito mais suscetíveis à infecções que, em certos casos, podem causar problemas bem graves. Bicos de chupetas e de mamadeiras podem trazer em si uma legião de germes e bactérias que podem acabar comprometendo a saúde da criança.

Embora muitos pais acreditem que, sem entrar em contato com esse tipo de microorganismo, a criança não desenvolverá anticorpos, especialistas afirmam que o ideal é sim esterelizar as mamadeiras e as chupetas das crianças antes de todo novo uso.

E a razão para isso é simples: proteger os pequenos de doenças que podem ser graves. Embora alguns germes e bactérias causem apenas infecções de simples tratamento, pode sim acontecer da criança acabar pegando uma infecção mais grave e que ofereça riscos à saúde. Por isso, para evitar imprevistos, é necessário esterelizar chupetas e mamadeiras, principalmente das crianças mais novinhas.

Como esterilizar?

Muitos pais acreditam que para esterilizar uma chupeta ou uma mamadeira, o simples contato com a água quente já é capaz de resolver o problema. Mas não. Para que as bactérias sejam completamente retiradas dos bicos das chupetas e mamadeiras, é preciso ferve-los por pelo menos cinco minutos. Desse modo, a esterilização pode ser feita no fogão, onde se coloca as chupetas e as mamadeiras completamente cobertas por água em uma caneca ou panela e se ferve por cinco minutos, ou e em esterilizadores elétricos ou para microondas.

Esterelizadores são a forma mais indicada para esterelizar as chupetas e as mamadeiras porque eles de fato garantem que as bactérias serão removidas completamente dos objetos. Além disso, eles foram desenvolvidos para esse fim e não oferecem riscos de danificar os produtos, como pode acontecer se, por acaso, você esquecer a chupeta ou a mamadeira no fogão por um tempo além do necessário.

Tipos de esterelizadores:

Atualmente existem no mercado dois tipos principais de esterilizadores: os elétricos e os de microondas. Nos elétricos, as mamadeiras e chupetas são colocadas dentro do aparelho, que é ligado a tomada e esteriliza as mamadeiras e chupetas conforme o tempo determinado pelo fabricante. Já no esterilizados de microondas, mamadeiras e chupetas são colocadas dentro do compartimento, que vai ao microondas pelo tempo determinado segundo as instruções do fabricante.

Ambos os tipos são eficazes e garantem uma esterilização completa, e mamadeiras e chupetas completamente livres de germes e bactérias para garantir a saúde do seu bebê.

Tome alguns cuidados:

Vale lembrar que mesmo com a esterilização, bicos de mamadeira e chupetas devem se trocados a cada seis semanas, de preferência. É que depois desse tempo, algumas rachaduras na borracha mais difíceis de limpar onde podem ficar acumulados alguns germes e bactérias prejudiciais à saúde dos bebês.

Leite materno é essencial:

Muito embora usar leite na mamadeira não seja prejudicial à saúde da criança, é sempre importante lembrar que o leite materno ainda é o alimento mais indicado, principalmente nos primeiros seis meses de vida da criança. O leite da mãe é um alimento completo e ainda ajuda no desenvolvimento do sistema imunológico dos pequenos, dificultando assim o desenvolvimento de doenças e infecções. Trocar o leite materno por leites artificiais só deve ser uma escolha no caso da mãe realmente não conseguir alimentar a criança ou em caso de situações mais sérias, como doenças que impeçam a absorção de nutrientes ou a alimentação via oral.

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